Ponto de experiência: conheça a nova onda do varejo alimentar

Consumir por prazer e se permitir pequenos luxos é a nova tendência. Conheça o PDX e entenda por que o movimento está impulsionando o mercado de alimentação.

Em um mundo em que o consumidor busca mais do que produtos, o Ponto de Experiência se tornou uma estratégia central no foodservice. Seja um sorvete no meio da tarde, um café entre reuniões ou um doce no fim do dia. O que move as pessoas é o desejo de se agradar, de viver pequenos prazeres que tragam conforto e bem-estar.

Essa nova forma de consumir, focada em momentos de prazer, já é percebida nos shoppings, nas pequenas cidades e até no mercado de luxo. Percebendo um. E mais: virou um modelo de negócio em plena expansão. Vem conferir.

Você já ouviu falar em PDX, ponto de experiência?

Ele representa uma nova forma de pensar o varejo. O PDX é um espaço pensado para gerar conexão emocional com o consumidor:

Um café especial;

Um sorvete com adicionais; ou

Um ambiente convidativo para parar, relaxar e curtir.

A experiência passa a ser o produto. O consumo é uma consequência.

Se o consumidor quer algo além do ordinário, o conceito de Ponto de Experiência serve como estratégia central para redes que vendem pequenas indulgências. Esses momentos passam a ser mais do que consumo: são pequenos prazeres com significado e repetição.

Veja como esse movimento está ampliando modelos de negócios e criando novas oportunidades para quem quer empreender ou investir.

Exemplos de Pontos de Experiência no mercado:

O desejo de se agradar está nas pequenas pausas no dia a dia e gera satisfação, bem-estar e fidelização. O mercado percebeu e respondeu:

Redes como Giraffas e Havanna lançaram quiosques exclusivamente de sobremesa.

Chiquinho Sorvetes e The Best Açaí estão entre as maiores franquias do setor.

Mercado de bebidas também cresce com sucos: Sucos S/A, Sucão, E! Sucos, Flow Fresh To Go investe em quiosques e contêineres.

Moda e alimentação viram ponto de experiência

A Track&Field, marca esportiva, criou o TFC Food & Market, um conceito que integra cafés e mercados saudáveis às suas lojas.

Lá, o consumidor pode:

Tomar um café de origem local;

Comer alimentos frescos e naturais;

Levar para casa produtos saudáveis e de autocuidado;

Participar de eventos e experiências ligadas ao bem-estar.

Esse modelo está presente em várias unidades e mostra como o foodservice pode ampliar a proposta de valor do varejo tradicional, aumentando a permanência e a frequência dos clientes.

A moda de luxo também entra na onda

Marcas como Tiffany, Prada e Louis Vuitton apostam em cafés e restaurantes, transformando a compra em vivência.

Mas o movimento não para aí. Varejistas brasileiros e internacionais criam espaços que combinam gastronomia, lifestyle e consumo em lojas conceito.

O encanto das lojas conceito

Projetadas com design inovador e instagramável, as lojas conceito buscam inspirar, encantar e engajar o público, mesmo que a venda em si não seja o foco principal.

Méqui 1000 São Paulo, SP: unidade do McDonald’s com arquitetura histórica, menu diferenciado, loja de souvenirs e espaço para eventos.

Mundo Lugano Gramado, RS: loja da marca de chocolates com cafeteria, avatar, jogos, playground e recreação.

Nike House of Innovation NY, Paris: oferece experiências exclusivas como customização de tênis, espaços para atletas e ativações digitais.

O que isso tem a ver com você?

A busca por indulgências virou mercado e oportunidades claras surgem a partir daí. O movimento está em toda parte:

Franquias populares de suco, sorvete e açaí;

Você pode escolher entrar com uma franquia de alimentação, como um quiosque;

Ou com um app de delivery, que é a primeira opção para quem busca aquele agrado rápido no fim do dia.

E um bônus: quanto mais lojas de comida surgem na cidade, mais parceiros potenciais existem para o app de delivery. Reforçando o ecossistema local e ampliando possibilidades de negócio.

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